Os 10 mandamentos da segurança em condomínios

Conheça algumas dicas para promover a cultura de segurança em seu condomínio. Todos têm um papel importante para tornar o condomínio um lugar mais seguro para viver. Confira:

Para síndicos

  1. Checar antecedentes e referências de funcionários antes de contratá-los e manter uma listagem com todas as informações sobre atuais e ex-empregados do condomínio;
  2. Comunique com clareza aos funcionários todas as normas e procedimentos de segurança e verifique se as normas estão sendo cumpridas no dia-a-dia;
  3. Promova periodicamente a reciclagem e treinamento dos funcionários, visando à segurança do condomínio;
  4. Faça um planejamento para que haja cobertura de outros funcionários durante períodos de recesso (horários de almoço, por exemplo);
  5. Cadastre todos os condôminos com dados pessoais, dos veículos e até de parentes próximos, para facilitar e otimizar o processo de identificação e controle de acessos;
  6. Procure conscientizar os demais condôminos quanto à importância de se adotar condutas de segurança. Uma boa dica é abordar o assunto nas assembléias gerais e nos quadros de avisos do condomínio;
  7. Estabeleça um sistema padronizado de identificação para todos os visitantes do prédio.
  8. Crie um cadastro das empresas que fornecem produtos e serviços ao condomínio e aos moradores;
  9. Mantenha bem iluminadas as entradas do condomínio e realize periodicamente uma avaliação das áreas comuns, procurando identificar falhas como portões danificados, luzes queimadas, áreas isoladas e facilidades de acesso;
  10. Teste periodicamente alarmes sonoros e luminoso, e verifique o bom funcionamento e velocidade dos portões automáticos.

Para funcionários

  1. Sempre peça autorização ao morador, pelo interfone, para a entrada de qualquer visitante. Na dúvida, não permita a entrada e peça apoio a outro funcionário;
  2. Nunca forneça informações sobre hábitos de condôminos ou sistemas de funcionamento do condomínio a ninguém;
  3. Esteja sempre atento ao que acontece nas imediações do condomínio. Carros parados por um longo período, pessoas estranhas observando o movimento ou qualquer outro fato estranho deve ser comunicado imediatamente ao seu superior;
  4. Seja cordial com moradores e visitantes, porém, e em primeiro lugar, cumpra as regras de segurança implementadas no condomínio, mesmo que isso desagrade alguém;
  5. Não permita que pessoas estranhas adentrem o portão para conversar com o porteiro ou outro funcionário, pela janela da guarita;
  6. Não  permitir  aglomeração  de pessoas em local próximo ao portão de entrada / saída do condomínio;
  7. Antes de abrir o portão da garagem, procure identificar quem está dentro do veículo;
  8. Inteirar-se das diferentes artimanhas utilizadas pelos assaltantes para entrar no prédio;
  9. No caso de entregas em domicílio, como pizza, flores e farmácia, dentre outras, solicitar ao condômino para receber o solicitado na portaria;
  10. Não forneça informações sobre hábitos de condôminos ou sistema de funcionamento do condomínio a ninguém.

Para condôminos

  1. Sempre participe das assembleias e reuniões, especialmente se um dos temas abordados for a segurança;
  2. Elogie e respeite as ações que visem garantir a sua segurança, mesmo quando essas medidas possam representar certo incômodo para você ou aos visitantes;
  3. Antes de sair do apartamento, procure observar o movimento na área interna do condomínio, por meio do circuito interno de TV. Havendo qualquer dúvida, comunique-se com a portaria e, caso necessário, chame a polícia;
  4. Ao entrar ou sair do condomínio, fique atento para a presença de estranhos nas imediações do edifício, posição de funcionários ou veículos desconhecidos próximos à garagem;
  5. Evite acionar portões automáticos a uma longa distância, especialmente se observar a presença de “oportunistas” nas proximidades do prédio;
  6. Entre no prédio sempre desacompanhado de visitantes, que devem, obrigatoriamente, passar por um sistema de identificação, impedindo, assim, que moradores possam ser utilizados como reféns para facilitar a entrada de criminosos;
  7. Evite deixar cópias de chaves em portarias, guaritas e recepções, assim como em locais “secretos” como batente de portas, embaixo de tapetes ou dentro de vasos;
  8. Em hipótese alguma fique conversando com parentes ou amigos em frente ao prédio, especialmente à noite e em locais isolados ou mal iluminados;
  9. Sempre tranque todas as portas do apartamento, mesmo durante rápidas saídas, e, principalmente., antes de dormir;
  10. Procure conhecer seus vizinhos e combinar medidas de auxílio mútuo, como sinais luminosos, telefonemas e outros códigos de emergência.

 

Fonte: https://www.lellocondominios.com.br/os-10-mandamentos-da-seguranca-em-condominios-2/

A Origem do Cofre de Porquinho

A Origem do Cofre de Porquinho

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O famoso cofre de porquinho, sem dúvida, foi o primeiro meio que muita gente utilizou para guardar dinheiro. É um costume ensinado desde que somos crianças, poupar as moedinhas num cofre residencial, mas alguém já se perguntou: Como surgiu o cofre em forma de porquinho?

Esta é uma curiosidade comum, afinal o que um porco tem a ver com dinheiro? Existem algumas histórias envolvendo este “mistério”. Aqui vão algumas das versões mais populares:

A teoria da multiplicação

porco01Esta teoria é bastante conhecida e tem os créditos do engenheiro francês Sebastian la Pestre, que determinou, devido a reprodução acelerada do animal e grande quantidade de procriação que o porco era um símbolo da multiplicação.

De acordo com Petre, em dez anos uma leitoa chega a produzir seis milhões de filhotes. O intuito de ter um cofre é poupar dinheiro, portanto, nada melhor do que guardá-lo num objeto com todo este significado.

Seria ótimo se cada moeda depositada num cofrinho se multiplicasse na mesma proporção que os porcos, não é mesmo?

Confusão medieval

Outra teoria forte vem da Inglaterra do século XVI. Nesta época, os utensílios domésticos que europeus mais desprovidos utilizavam não eram feitos de metal, devido o custo do material, e sim de uma espécie de argila vermelha chamada de pygg clay, ou pygg. Neste período as pessoas já usavam cofres, mas eram potes feitos desta argila em eles guardavam seu dinheiro, com o tempo estes potes passaram a ser chamados de pygg banks.

De acordo com histórias, um artesão que não conhecia o objeto recebeu uma encomenda de um pygg bank e, por desconhecer o assunto, ele produziu um cofre no formato de um porco, que é “pig” em inglês, ou seja, um ceramista criou o primeiro cofrinho de porco devido uma confusão de palavras.

Tradição

Mais versão da criação do cofre é devido à tradição chinesa. Segundo o calendário chinês, o porco é conhecido por ser um símbolo de fartura então, seguindo esta crença, criaram um cofrinho de argila no formato de um porco para trazer riqueza e prosperidade ao lar dos chineses.

 

A Evolução do Objeto

488-1Qualquer que seja a verdadeira história do cofre de porquinho, o fato é que este objeto sofreu muitas evoluções.

Hoje em dia até mesmo o cofre mais comum já possui novas tecnologias.

É o caso dos cofres da Blindap, como o cofre digital, que possui até mesmo fechadura eletrônica e leitor biométrico, além dos nossos cofres desenvolvidos para fins específicos, como os cofres para armas, ou sob encomenda.

Independente do desenvolvimento deste equipamento, guardar os seus bens em cofres ainda é considerado um dos meios mais seguros de proteção aos seus pertences. Aqui na Blindap você encontra diversos modelos para que você possa encontrar o que melhor atende às duas necessidades.

fonte: http://www.pmcofres.com.br/cofre-digital/a-origem-do-cofre-de-porquinho-2/

COFRES AO LONGO DA HISTÓRIA

COFRES AO LONGO DA HISTÓRIA

História do cofre

Os cofres ajudam a guardar e proteger bens valiosos há milhares de anos. Desde o Egito Antigo, até os dias de hoje, estão presentes em nossas vidas. Isso prova sua eficácia ao longo dos anos e sua praticidade em exercer a função de segurança de objetos preciosos para seu dono.

Como exemplo, temos os baús piratas, que tiveram seu auge durante os séculos XVI e XVIII. Quem nunca ouviu histórias de piratas aonde enormes tesouros, moedas de ouro e joias eram guardadas em grandes baús de madeira, onde somente o capitão do navio possuía a chave para a sua abertura. Esses baús não são apenas obras de ficção, realmente existiram e eram utilizados para guardar tesouros saqueados de navios da marinha ou de comerciantes que utilizavam o mar como principal rota comercial. Normalmente eram feitos de madeira e aço, resistentes a maresia, já que eram escondidos no próprio navio pirata. A pirataria foi se extinguindo após o século XVIII, porém a cultura envolta do baú como cofre, persistiu como herança para a nossa geração.

Ao longo dos anos foram desenvolvidos novos cofres, no século XIX com senhas numerais de até 00 á 99. Seu sistema mecânico e sua estrutura tornava cada vez mais seguro esse sistema, tornando quase impossível seu arrombamento ou roubo. No século XX, com o progresso da tecnologia, foram criados cofres cada vez mais modernos, como cofres contra incêndios, portáteis, cada um servindo exatamente a vontade do cliente. No século XXI, onde a tecnologia faz ativamente parte da vida das pessoas, existem cofres biométricos que utilizam a digital do proprietário para abri-lo, cofres digitais com senhas que podem ser trocadas e com quase infinitas possibilidades numerais, entre outras variedades. A tendência é que esse meio de proteção de bens só acompanhe o crescimento e desenvolvimento da sociedade.

Todos esses cofres descenderam de uma cultura ancestral. Ao longo dos anos serviram muito bem as necessidades das pessoas. Quando se olha para um cofre, assim como para demais objetos que são de uso rotineiro, existe uma história e uma funcionalidade que levou a ser importante para nós. O cofre é um exemplo disso tudo, está presente em casas, empresas, lojas e bancos. Embutidos ou portáteis, mecânicos ou digitais, biométricos digitais ou oculares. Em suma é inegável a importância que esse objeto teve e tem para as pessoas e seu dia-a-dia, sendo uma ferramenta eficaz quando o assunto é a segurança de bens.

 

fonte: http://www.saibamaissobre.com.br/tendencias/cofres-ao-longo-da-historia/